NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2016/2017

Prezados Cooperários

As negociações em 2016 tem se mostrado difíceis, muito mais que esperávamos, porque um grupo pequeno de dirigentes, sem nenhum compromisso com os empregados, sem entender que o maior patrimônio de toda empresa são seus colaboradores, insistem em esconder e descontar suas incompetências gerenciais, nas costas dos empregados.

Mas no meio de tantas “maçãs”,  temos também os bons frutos, várias Cooperativas dos Ramos Crédito e Agropecuário, que respeitam seus empregados, que disputam o mercado e sabem a necessidade de ter uma equipe de colaboradores unida e motivada, já nos procuraram pra fazermos os acordos individuais coletivos, nas mesmas condições da nossa última proposta entregue à OCEMG.

Pelo tanto que rodamos nessa  Minas Gerais, pelo relacionamento que temos com empregados, e principalmente, o que conhecemos do Cooperativismo e seus dirigentes, tínhamos convicção que as propostas que nos colocavam na mesa, não espelhava a realidade das Cooperativas.

É uma imensa satisfação ver como a maioria das Cooperativas, valoriza seus empregados, reconhece seus esforços e deseja agora colocar um fim nessa discussão sem sentido.

A diferença entre nossa última proposta, e o que nos oferecem, é irrisória para continuarem recusando. Se formos à justiça, o Juiz irá julgar a nosso favor, sem ouvir a outra parte, não vai querer perder seu valioso tempo.

Negociar uma convenção coletiva, não é uma disputa, é obrigação de empregadores e empregados, e negociar significa ter os dois lados satisfeitos, se somente um lado sair satisfeito é porque não houve negociação.

O Sintracoop nunca foi e nunca será inimigo das Cooperativas, afinal ele representa um de seus maiores patrimônios, seus empregados, sem empregado não há cooperação.

O que veremos agora com esta grande quantidade de solicitação de acordos coletivos, é que irão sobrar somente as Cooperativas que tratam com desdém seus colaboradores e vai ser barbada fazê-los cumprir as obrigações em juízo.

Novamente Parabéns a estas Cooperativas corajosas e competentes, parceria e respeito é isso, assim se constrói o futuro, assim se solidifica o Cooperativismo.

E fica a pergunta a todas as Cooperativas:

As Cooperativas são bem administradas porque valorizam seus empregados ou seus empregados são valorizados porque ela é bem administrada.

 

 

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2016/2017

NEGOCIAÇÕES  COLETIVAS 2016

Este ano, as  Cooperativas vem se superando no desprezo ao trabalhador. QUE ABSURDO!!!!

Tratam a negociação coletiva como uma disputa, como se tivessem negociando um saco de batata, já que o de café anda valorizado, um jogo de empurra se esquecendo de seu patrimônio mais importante, o Ser Humano, o Trabalhador.

Apresentaram até agora só propostas  ridículas, fora da realidade do trabalhador e pior, sem ao menos ter feito antes um orçamento de despesas para saber quanto caberia de reajuste nos salários em 2017. Parece tudo um chute, em vez de enxergar o óbvio que é reconhecer o esforço e a dedicação desempenhada pelos trabalhadores nas Cooperativas.

Rejeitamos todas as propostas que nos fizeram até agora especialmente para os Ramos Crédito e Agropecuário e iremos resistir com o apoio dos trabalhadores.

O parcelamento do reajuste dos salários para o Agropecuário é uma afronta ao trabalhador que suou, ralou o ano todo e principalmente agüentou os reajustes de preço de todos os bens e serviços que precisa para sustento de sua família. A nossa proposta final é reajuste de 8,5% e cesta básica de R$135,00. Não é um reajuste de salário que irá comprometer as finanças da Cooperativa, as despesas com empregados, não chegam há 3% das receitas de uma cooperativa Agropecuária.

O reajuste de 8,8% oferecido pela Cecremge e pela Crediminas, mais tíquete de R$25,00 dia é desanimadora para o trabalhador, diante do que estamos reivindicando que é reajuste de  9% e tíquete de R$29,00 dia. A diferença é mínima e não se justifica recusar, mais de 90% das cooperativas consultadas pagam tíquete acima de 25,00 reais, oferecido por eles, e a diferença do reajuste entre nossa proposta e a deles, e a diferença do tíquete é quase imperceptível em seus orçamentos. As folhas de pagamento não chegam há 3% da receita de uma cooperativa de crédito.

Cedemos muito em nossa proposta original e eles não cederam praticamente nada.

A revolta dos trabalhadores com as propostas oferecidas e a falta de negociação é justa. Passam o ano todo exaltando resultados positivos, crescimentos, ativos, etc. para no final do ano oferecer tão pouco aos trabalhadores.

O que trabalhadores perguntam, e com razão, e se a Cooperativa cresce só com Dirigentes? O trabalhador não contribui com nada?

As cooperativas precisam entender que o Trabalhador faz parte da Cooperação que ele merece mais, que o Cooperado reconhece nele a Cooperativa, muito mais que nos dirigentes.

A hora de reconhecer o trabalhador é agora.

 

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2016/2017

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2016

RAMO TRANSPORTE, TRABALHO E DEMAIS RAMOS

Seguindo a rodada de negociação da nossa convenção coletiva, reunimos nesta manhã mais uma vez na OCEMG.

Infelizmente são ramos também que passam por uma crise geral, perdas de contratos e encerramento de atividades.

Os trabalhadores já tiveram reajuste de 10,33% em março o reajuste agora é para o período de março a novembro, que teve inflação de 3,61% no período.

A proposta formalizada pelo Patronal foi de reajuste escalonado de 3,80% em novembro.

Repensamos nossa proposta original e formalizamos a nova e última proposta, que se não for aceita infelizmente iremos para o dissídio coletivo.

Nossa proposta foi 4% de reajuste em novembro.